Rosemeire Aparecida Scopinho

Rosemeire Aparecida Scopinho 2016-12-21T15:31:46+00:00
Currículo
E-mail

Doutora em Sociologia – UNESP/Araraquara

Graduada em Psicologia pela Universidade de São Paulo (em 1990), Mestre em Educação pela Universidade Federal de São Carlos (1995) e Doutora em Sociologia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2000). Atualmente é professora Associada no Departamento de Psicologia da Universidade Federal de São Carlos. Atua nas áreas de Psicologia Social, Psicologia Social do Trabalho, Sociologia Rural e Sociologia do Desenvolvimento desenvolvendo pesquisas com ênfase nas relações que se estabelecem entre os modos de organização do trabalho urbano e rural na contemporaneidade e os processos de subjetivação dos trabalhadores, especialmente a participação em movimentos sociais e nos processos de formulação e implantação de políticas públicas de trabalho e renda.
Professora Associada II

Linha de Pesquisa no PPGS: Urbanização, ruralidades, desenvolvimento e sustentabilidade ambiental

Áreas de Investigação: Psicologia Social, Psicologia Social do Trabalho, Sociologia Rural, Sociologia do Desenvolvimento

Grupo de Pesquisa: NUESTRA – Núcleo de Estudos Trabalho, Sociedade e Comunidade

Projeto(s) de Pesquisa em Andamento:

Mundo do trabalho e processos de subjetivação dos trabalhadores: memórias, experiências e sentidos.
O estudo dos impactos do trabalho para os trabalhadores vem sendo realizado em várias áreas do conhecimento e sob diferentes ângulos, tendo como campo empírico as organizações formais, urbanas, públicas e/ou privadas, organizadas sob o princípio da heterogestão, geralmente, focalizando dimensões como os agravos à saúde, a qualificação, a renda, a perda dos direitos sociais adquiridos. No contexto recente da proliferação do trabalho informal e do trabalho cooperado e autogestionário, é importante compreender os sentidos que os trabalhadores atribuem ao trabalho e à experiência de trabalhar com base em outros valores e estabelecendo outras relações de trabalho. Toma-se como referência analítica a noção de que os grupos expressam a sua identidade social e cultural ao construir e partilhar saberes sobre a realidade com a finalidade de interpretá-la. Os sentidos que os trabalhadores atribuem ao trabalho não são concepções puramente abstratas e tanto são gerados quanto se integram à experiência e à prática dos sujeitos refletindo a estrutura social, a ideologia e a cultura que as sustentam. Por meio de pesquisa bibliográfica e documental e da realização de entrevistas não estruturadas, individuais e coletivas, com os trabalhadores atualmente inseridos em organizações autogestionárias e no trabalho informal pretende-se: 1. reconstruir as histórias e as trajetórias de vida na sua relação com as experiências de trabalho; 2. compreender que motivos os levaram à inserção no trabalho informal e/ou autogestionário; 3. compreender que sentidos eles atribuem e que expectativas existem em relação ao trabalho atual. Compreender como se constroem os sentidos que o homem atribui ao trabalho é um caminho possível para o entendimento do processo de constituição da sua própria subjetividade.
Subprojetos financiados com bolsas: Fapesp (2D, 1M, IC); Capes (1D,  3M)